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| Francisco Costa em fotografia de Railson Wallace. |
Francisco Carlos Costa Fonseca nasceu em 3 de dezembro de 1975, no município de Igarapé-Miri, no Pará. Teve uma infância marcada por algumas dificuldades, mas também muito alegre, cercada de amigos e momentos de diversão. Apesar dos desafios, sua família era unida e feliz.
Ainda jovem, passou a acompanhar seu pai, que trabalhava no mercado de peixe. Durante a adolescência, Francisco ajudava nas vendas e também participava das viagens que o pai fazia para comprar peixe, principalmente em Belém, mas também em Abaetetuba.
Foi justamente nessas viagens que a fotografia entrou em sua vida. Ao passar em frente à Igreja da Sé, em Belém, Francisco se encantava com um fotógrafo que trabalhava no local, registrando casais, turistas e moradores. Era uma câmera antiga, daquelas cobertas por um tecido, e o flash produzia uma fumaça. Fascinado, Francisco parava para observar o trabalho, muitas vezes sendo chamado pelo pai, que precisava buscá-lo às pressas para continuar os afazeres.
Com o passar dos anos, a tecnologia evoluiu e as câmeras se modernizaram, mas Francisco não tinha condições de adquirir uma, pois era um equipamento caro. Ainda assim, o sonho permanecia vivo.
Foi somente em novembro de 2014 que sua trajetória mudou. Um amigo chamado Alan, um dos organizadores da Trilha do Açaí, presenteou Francisco com uma câmera, com a condição de que ele registrasse o evento, que aconteceria em janeiro de 2015. Esse foi seu primeiro trabalho como fotógrafo, e também o ponto de partida de uma nova fase em sua vida.
| Francisco em sua prfissão. Foto: Railson Wallace. |
Após essa experiência, Francisco permaneceu com a câmera e, em novembro de 2015, iniciou oficialmente sua carreira na fotografia. Passou a atuar na Prefeitura de Igarapé-Miri, na assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Saúde.
Com o tempo, começou também a fotografar eventos, mas foi no fotojornalismo que encontrou sua verdadeira paixão: registrar o cotidiano, as emoções e a vida do povo miriense.
Atualmente, Francisco trabalha como fotógrafo na assessoria de comunicação da Prefeitura de Igarapé-Miri. Ele se considera um privilegiado, pois recebe para fazer aquilo que mais ama: fotografar. Para ele, a fotografia vai além da imagem, é a capacidade de capturar a alma dos momentos e a emoção das pessoas.
Hoje, Francisco é uma referência em fotografia em Igarapé-Miri, desenvolvendo um trabalho sensível e importante ao retratar o cotidiano e a identidade do povo miriense.

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